quarta-feira, abril 19, 2006

O farol da ética

Manuel Alegre, legítimo dono de um milhão de votos, fez uma campanha eleitoral pouco populista. Criticou poucas vezes a separação entre os políticos e os cidadãos e a descredibilização das instituições. O mesmo Manuel Alegre que assinou o ponto e saiu sem votar no dia da ponte fatídica. Explicação provável: estava em trabalho político. O soneto sairá brevemente numa livraria perto de si.

Nota: outra explicação para o absentismo alegre também pode ser encontrado no código genético do poeta. A sua irmã, Teresa Portugal, também faltou.

6 Comments:

Blogger cas said...

Conclusão: são todos iguais!

10:49 da tarde  
Blogger Mais Notas Soltas said...

Alegre...Portugal!

10:56 da tarde  
Blogger 1313 said...

e o sobrinho? também faltou? (se não já não é genético)

8:28 da tarde  
Blogger Mais Notas Soltas said...

Têm filhos, para dar continuidade a esta ínclita geração?

11:01 da tarde  
Blogger 1313 said...

João ... Portugal!

2:45 da manhã  
Blogger Pedro Correia said...

Você a mim não engana
Com esses supostos ares
Odeia-me com tanta gana
Porque votou no Soares

Manuel Alegre


(Abraço, pá. É só a brincar...)

11:03 da manhã  

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